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 Comissão de Direitos Humanos abre o debate sobre suicídio

  • Publicado: Terça, 21 de Agosto de 2018, 12h01
  • Última atualização em Terça, 04 de Setembro de 2018, 11h14
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Precisamos falar sobre suicídio. Porque o aumento do número de casos no Brasil já se tornou questão de saúde pública. E porque é preciso levantar o véu de tabu que envolve o problema. A presidenta da Comissão de Direitos Humanos, Regina Sousa (PT-PI) decidiu encarar o debate e propôs uma audiência pública para descortinar o assunto. A audiência está marcada para o dia 03 de setembro

O objetivo, segundo a senadora, é discutir as possíveis razões para o aumento do número de casos e que tipo de política pode ser adotada para enfrentar o problema.

Enfrentar o problema têm uma relevância significativa para os piauienses, já que o estado figura entre os com maiores números de casos e Teresina já chegou a figurar no Mapa da Violência como o 1º lugar entre as capitais brasileiras no número de suicídios levando-se em conta o número de habitantes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase um milhão de pessoas se suicidam por ano no planeta, número maior do que as vidas perdidas em guerras.
Quando pediu a audiência, a senadora Regina Sousa disse que a depressão, primeiro degrau na escalada para o suicídio é uma questão séria, porque tem a ver com saúde pública também. Para ela, trata-se de uma questão de saúde pública ainda negligenciada. “A depressão ainda não é vista como doença”, disse.
Para quem acha que depressão é “coisa de rico”, vale observar que, de acordo com detalhado estudo de pesquisadores da UFBA, as pessoas que mais cometeram suicídio entre os anos 2000 e 2012 foram as menos escolarizadas, os indígenas e homens maiores de 59 anos.

 

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