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Nanismo é tema de discussão no Senado

  • Publicado: Quarta, 20 de Junho de 2018, 16h08
  • Última atualização em Quinta, 28 de Junho de 2018, 13h57
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A senadora Regina Sousa, presidenta da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, participou de audiência pública interativa para debater o nanismo sob a ótica da informação e da inclusão nas escolas. O debate foi realizado a pedido do senador Paulo Paim (PT-RS), e contou com a participação de representantes do movimento Respeite o Nanismo. Nanismo é o termo usado para caracterizar as pessoas que têm baixa estatura, se comparada à média da população de mesma idade e sexo.

Durante o evento foi lançada a cartilha Escola para Todos, elaborada por pais de crianças com nanismo. A publicação foi elaborada com o objetivo de apresentar às crianças, de forma simples e lúdica o que é o nanismo, ajudando a combater o preconceito e tornando a sociedade mais esclarecida e inclusiva. Regina Sousa elogiou a iniciativa e prometeu agir para que mais exemplares da publicação sejam reproduzidos pela gráfica do Senado, para distribuição gratuita às bibliotecas escolares do país.

A senadora petista insistiu que mudanças estruturais no comportamento dos brasileiros só acontecerão por meio da educação das crianças: "Não educamos as pessoas para respeitar as diferenças. No Brasil, as pessoas discriminam e não se importam com as demais. É educando as crianças que vamos melhorar os adultos", disse.

Regina Souza também apoiou a necessidade de incluir as pessoas com nanismo nas estatísticas do IBGE. Segundo ela a Comissão de Direitos Humanos tem sido uma caixa de ressonância que procura ampliar o “grito” das minorias, dando visibilidade ao Brasil parece não querer ver. “Se o IBGE não vê é porque não quer ver. É o mesmo caso das populações de rua, que também não são contadas pelo IBGE, com a desculpa de que não conta porque as pessoas que moram nas ruas não possuem endereço. Esta é uma desculpa absurda” — afirmou

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