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Regina denuncia as várias violências “invisíveis e mortais”

  • Publicado: Segunda, 07 de Maio de 2018, 17h10
  • Última atualização em Terça, 15 de Maio de 2018, 16h02
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A senadora Regina Sousa (PT-PI) discursou nesta segunda-feira (07/05), na sessão solene do Senado destinada a homenagear a Campanha da Fraternidade 2018, que teve como tema a superação da violência. A senadora parabenizou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil pela escolha do assunto, considerado por ela atual e merecedor de debates.

Na opinião de Regina não se deve falar em violência “no singular”, uma vez que existem vários tipos de violação “quase invisíveis”, inclusive promovidas por governos, “que exterminam a juventude negra, persegue e mata indígenas, ambientalistas e camponeses e não quer enxergar as 300 mil pessoas que vivem em situação de rua no Brasil”, apontou.

A senadora lamentou o fato de o Estado não conseguir proteger nem seus próprios policiais “porque todo dia morrem agentes da lei assassinados pelas milícias, pelo tráfico e por outras mãos criminosas. Além disso, o governo permite os autos de resistência como uma licença para matar, tolera o trabalho escravo e não tem política de combate ao tráfico, pois ele só é combatido nos morros e favelas, quando pode estar no asfalto”.

Regina Sousa concluiu dizendo que a violência do Estado também atinge os adversários políticos do governo, pois prende adversários sem provas, não investiga e condena apenas pela convicção de seus agentes. “É o novo ordenamento jurídico inaugurado pela Lava Jato. Com o Presidente Lula, por exemplo, estão fazendo assim. Precisamos acabar com isso, ou então, devemos reescrever a Constituição e instaurar a barbárie de vez”.

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