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Senadora Regina vai à região sudoeste e visita Platôs de Guadalupe

  • Publicado: Domingo, 03 de Dezembro de 2017, 12h46
  • Última atualização em Quarta, 06 de Dezembro de 2017, 17h00
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No final de semana, a senadora Regina Sousa(PT-PI) visitou quatro municípios da região sudoeste do Piauí para falar sobre reforma da Previdência, os efeitos da reforma trabalhista e atual conjuntura. E conheceu o projeto Platôs de Guadalupe administrado pela Cooperativa Central dos Irrigantes do Perímetro Irrigado em que pequenos e grandes empresários produzem frutas em uma área de mais de dois mil hectares.

A senadora Regina Sousa gostou do trabalho dos produtores que cultivam frutas, sendo a maior área plantada com bananas. São 115 pequenos produtores e 17 empresários que produzem ainda uva, maracujá, goiaba, manga, melancia. A parlamentar visitou os setores, as plantações de frutas e conversou com os associados.
O presidente da Associação, Márcio Polla solicitou apoio da senadora para o projeto, como a recuperação da PI 135, trecho entre Guadalupe e Jerumenha, e ajuda para colocar em funcionamento mais dois setores. A senadora informou que vai levar a solicitação dos produtores para a bancada no Congresso e pedir que os parlamentares destinem recursos para o projeto. Regina Sousa também falou com os produtores sobre o trabalho que realiza no Senado.

Em Guadalupe, a senadora visitou a prefeita Neidinha Lima (PSD) e conversou com os moradores sobre os efeitos da reforma trabalhista, já em vigor, e da reforma da Previdência, prevista para ser votada ainda este mês. A senadora chamou a atenção para o que chama armadilha o item que estabelece que o trabalhador terá que contribuir 40 anos para se aposentar com o valor integral. “ Isso não foi dito na propaganda do governo e a própria Justiça considerou enganosa e tirou do ar.”

Regina Sousa também falou sobre as reformas e atual conjuntura para os moradores de Landri Sales, Marcos Parente e Porto Alegre do Piauí. Ela pediu que as pessoas acompanhem o trabalho e cobrem dos parlamentares ações que não prejudiquem o trabalhador. E destacou que dois itens da reforma trabalhista são muito prejudiciais, o negociado valer mais que a lei e o trabalho intermitente. Neste último se o trabalhador ganhar menos que o salário mínimo no mês, ele terá que pagar a Previdência sobre o valor restante. “ Não pode uma lei ser menor que um acordo. São esses absurdos que estão acontecendo que a população tem que saber.”

A parlamentar informou que desde que assumiu o mandato em 2015 que percorre o Estado conversando com a população sobre diversos assuntos, pois as pessoas precisam saber o que acontece no Congresso Nacional e se movimentar para evitar prejuízos para o trabalhador. E esclareceu que além de conversar com os moradores, também dialoga com os gestores dos municípios para se colocar o mandato à disposição para ajudar a população.

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