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Defensor da democracia, Ulysses Guimarães pode se tornar herói da pátria

  • Publicado: Terça, 04 de Dezembro de 2018, 17h59
  • Última atualização em Quinta, 06 de Dezembro de 2018, 10h21
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Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil
O reconhecimento da luta de Ulysses Guimarães pela democracia e pelas eleições diretas deve valer a inclusão de seu nome no livro de Heróis e Heroínas da Pátria, exatamente no ano em que a Constituição completa 30 anos. A proposta foi aprovada nesta terça-feira, pela Comissão de Educação do Senado Federal. Ao defender a homenagem, a senadora Regina Sousa (PT-PI) que relatou o projeto, destacou a luta incessante do deputado na luta pelas liberdades civis e políticas. “Um dos pontos altos da trajetória de Ulysses foi o combate à ditadura”, destacou a senadora.

Ulysses presidiu os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte. A Constituição Cidadã, símbolo da redemocratização, foi uma espécie de grito pela liberdade e pelos direitos individuais.
Ao concluir os trabalhos, o Senhor Diretas declarou: “A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo. A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca” 

Outra frase, no mesmo dia, tornou Ulysses inesquecível. “Temos ódio. Ódio e nojo à ditadura. Amaldiçoamos a tirania onde quer que ela desgrace homens e nações. Principalmente na América Latina”.

De autoria do Ministério da Educação, o projeto ainda precisa passar pelo plenário do Senado.

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